Quem nunca sentiu esse sentimento está mentindo. A pessoa que fala que não tem ciúmes, é a mais ciumenta de todas as pessoas que tem e não esconde ... Eu tenho e não vou mentir! De quem eu tenho ciúmes? da minha mãe com a namorada do meu irmão, não vou mentir num vou!
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Ciúme nada mais é do que o instinto de posse que ainda não foi educado. Em outras palavras, ciúme é a mesma reação instintiva que seu cachorrinho tem quando você por brincadeira ameaça tirar-lhe seu osso. Ciúme é a emoção usada pelo seu psiquismo como reação ao medo de perder.
O ciúme é um tipo de sentimento que acomete inúmeros seres humanos. Ocorre quando há distorção do sentimento de zelo e cuidado para com uma determinada pessoa. Ao contrário do que se pensa, o ciúme é um sentimento pessoal, voltado para quem o sente.
O ciúme se manifesta:
- perante uma ameaça à solidez de um relacionamento;
- diante da possibilidade de perda da pessoa por quem se tem ciúme;
- ou quando se detecta a perda da exclusividade em relação ao sujeito passivo do ciúme.
Essas afirmações se diferem do que se pensava antigamente, já que acreditavam que o ciúme era um sentimento positivo, visto como uma prova de amor.
Existem pessoas que desde a infância desenvolvem esse sentimento, ocorre aproximadamente aos quatro anos de idade, quando a criança se identifica com um dos pais (o do mesmo sexo que ela) e sente ciúme deste até mesmo quando seu (sua) parceiro (a) se aproxima.
Em geral, o ciúme se manifesta por instabilidade na relação, dúvidas, raiva, medo, vergonha por parte de um membro do casal ou dos dois. Pode ser considerado normal quando ocorre em determinadas situações, como ser excluído e ou rejeitado pelo parceiro (a) ou ainda quando um terceiro (a) passa a buscar a atenção desse; pode ser tensional quando provoca sentimentos desagradáveis como angústia e fragilidade ligados à relação e ainda patológico quando a insegurança proporcionada pelo ciúme promove reações e certezas infundadas.
Cremos que nenhuma pessoa pode afirmar, em sã consciência, que nunca teve ciúme. A própria existência, que é uma sucessão de relacionamentos, faz com que o ser humano se apegue a alguma pessoa, fato ou coisa, cedo ou tarde, estabelecendo, deste modo, uma condição de posse, de propriedade ou de amizade. Quando, por “n” motivos, nos apegamos a uma pessoa ou algo, sentimos forte necessidade de estarmos juntos a esta pessoa ou coisa desejada.
O sentimento do amor, por exemplo, só atinge o auge, verdadeiramente, quando ocorre um retorno desse sentimento ao objeto ou pessoa amada. Obviamente, excetuando o amor platônico que é um sentimento meio estranho e difícil de ser compreendido, o ciúme é também uma demonstração de amor, principalmente, daqueles menos confiantes em si mesmos - nos inseguros - e nos que se sentem inferiores à pessoa amada, neste ou naquele sentido. A pessoa que sofre as pressões do enciumado não se agrada desse procedimento, por maior que seja seu amor. Quando o ciúme é moderado (e muitas vezes, consentido) as duas partes se conformam, mas, quando é exagerado, aborrece e angustia, podendo acabar com o relacionamento.
Em relação ao ciúme patológico, é considerado distúrbio paranóico pela psiquiatria, pois seu portador não diferencia fantasia e imaginação da realidade. É caracterizado por extrema desconfiança, constante busca de provas e confissões. A pessoa com este tipo de paranóia sente-se ansiosa, depressiva, humilhada, com desejo de vingança e com aumento da libido. Tal distúrbio, se detectado, deve ser rapidamente tratado, pois pode induzir seu portador a tomar atitudes extremamente perigosas.
È natural ter ciúmes é, mas não em excesso.
Até certo ponto, o ciúme mostra carinho e cuidado, mas fica chato ter alguém duvidando de cada passo que você dá, né? Também se torna igualmente insuportável querer controlar alguém o tempo todo. Quem é ciumenta de carteirinha, no fundo, sabe disso. E para vencer esse sentimento que pode ter um lado negativo, o psiquiatra Leonardo Gama Filho dá a fórmula: “A principal coisa a fazer é acreditar que é possível confiar no outro e deixar de ter a ilusão de que se pode controlar a vida de alguém”. Fora isso, resista à tentação de:
- Confirmar se o seu amado está onde e com quem ele disse que estaria.
- Mexer nas coisas dele à procura de pistas que possam denunciar um possível deslize.
- Ouvir telefonemas, ver mensagens e fuxicar coisas que não lhe dizem respeito.
- Seguir o seu príncipe para todo lugar que ele vai.
- Sentir preocupações excessivas sobre relacionamentos anteriores dele.
O segredo é se policiar.
texto restirado por ai a fora
postado por Gisele Frisso
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